Grávidas | NOTÍCIA

Saúde bucal da gestantes

A gravidez é uma fase ideal para o estabelecimento de bons hábitos

Publicado em 07/02/2020

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Saúde bucal da gestantes

A gravidez é uma fase ideal para o estabelecimento de bons hábitos, pois a gestante mostra-se psicologicamente receptiva em adquirir novos conhecimentos e a mudar padrões que provavelmente terão influências no desenvolvimento da saúde do bebê. 

 

Os primeiros cuidados devem ser com sua própria saúde, já que seu corpo receberá um outro ser e precisa estar em condições saudáveis para propiciar um bom desenvolvimento a esta nova vida.

 

Entre os cuidados com a saúde sistêmica:

 

  • alimentação saudável para formação de todos os órgãos do bebê incluindo a formação dos dentes;
  • exercícios físicos apropriados e orientados por um profissional da área de educação física;
  • cuidar do equilíbrio emocional muitas vezes alterado pela ação dos hormônios e por inúmeras mudanças na vida da mulher neste período;
  • a saúde bucal não poderia ser menos importante, já que a cavidade oral é a porta de entrada para muitas doenças, e transmissão de tantas outras.

 

Portanto assim como o pré-natal realizado com o médico ginecologista-obstetra, a mulher deverá incluir antes mesmo de ficar grávida um pré-natal odontológico.

 

 Muitas vezes a gravidez não é planejada, mas isso não impede que esta atenção especial seja dada no momento que ela recebe esta grande notícia.

 

Se houver possibilidade de fazer esse planejamento, o ideal seria a futura mamãe fazer um checkup odontológico, realizando profilaxia (limpeza) , remoção de focos infecciosos (dentes cariados, gengivas inflamadas, extrações de remanescentes dentários, tratamento de canal), clareamentos, e possíveis radiografias para diagnóstico, afim de evitar tais procedimentos durante o período gestacional.

 

Isso não quer dizer, em absoluto, que durante a gestação ela não possa fazer tais procedimentos.

 

Recomendamos deixar para o segundo trimestre procedimentos curativos, como restaurações, extrações, tratamento de canal, por exemplo, e evitar o primeiro trimestre, quando há formação de estruturas importantes do bebê, e para o último trimestre, quando o tamanho da barriga pode vir a dificultar sua mobilidade e permanência em cadeira odontológica.

 

Novamente reitero aqui que em hipótese alguma a gestante deva permanecer com dor, ou foco de infecção em nenhum momento da gestação, o não tratar, a dor, os focos de infecção serão mais prejudiciais que as pequenas doses de radiação (tomadas com devida proteção) e os anestésicos se porventura necessários, também administrados corretamente em doses mínimas.

 

Prevenção acima de tudo, mamães!

 

Texto escrito por Daniela Strazzeri, odontopediatra da Clínica Garcia Pfister.

 

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